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Coletiva: Diagonais

Coletiva: Diagonais

A Fortes D’Aloia & Gabriel apresenta Diagonais, exposição coletiva com curadoria de Tiago Mesquita, no Galpão em São Paulo. A mostra é uma investigação das diagonais na arte abstrata, com obras inéditas de Beatriz Milhazes e Jac Leirner, trabalhos históricos de Sonia Delaunay, Ivens Machado, Hércules Barsotti Judith Lauand, Raymundo Colares e Wanda Pimentel ao lado de nomes contemporâneos como Carlos Fajardo, Emanuel Araujo, Engel Leonardo, Iran do Espírito Santo, Rivane Neuenschwander e Sheroanawe Hakihiiwe.

Nesta exposição a diagonal não tem um sentido final, mas atravessa diferentes períodos, procedimentos e abordagens na arte.  É pensada por seus diversos usos, pelas transformações que provoca no espaço e no plano pictórico. A diagonal é sobretudo um corte. Pode ser a linha que secciona uma superfície, indo de um vértice a outro, mas, também, a inclinação que desestabiliza o horizonte, reconfigurando as relações de equilíbrio dos elementos plásticos. Interessa a diagonal como representação de um ponto de vista oblíquo. Aquela imitação de uma perspectiva que não olha para a cena frontalmente, mas incorpora a visão periférica, cheia de acontecimentos que por vezes não são centrais no espaço, mas decisivos na representação. Por fim, pode ser o modo como os volumes se apoiam no chão sem cravar os dois pés de maneira vertical. 

Vistas da exposição

Obras

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