Pular para conteúdo

Refúgio sofisticado no sul de Portugal tem se tornado um destino atrativo para o circuito da arte com mostras de galerias brasileiras como Fortes D’Aloia & Gabriel e Leme.

Refúgio sofisticado no sul de Portugal tem se tornado um destino atrativo para o circuito da arte com mostras de galerias brasileiras como Fortes D’Aloia & Gabriel e Leme.

Em uma sexta-feira de agosto, feriado de Assunção de Nossa Senhora, a Praia da Comporta, situada a pouco mais de uma hora de Lisboa, apresentava um fluxo crescente de pessoas. Enquanto muitos banhistas estacionavam o carro e cami- nhavam pelas passarelas até avistar o ex- tenso areial que termina no mar, no cen- tro da vila não havia quem passasse em frente à porta da Casa da Cultura da Comporta sem espichar o olho para o primeiro ambiente do espaço.

No galpão, onde já funcionou um ce- leiro de arroz e um cinema, obras de ar- tistas brasileiros como Antonio Társis, Mauro Restiffe e Janaina Tschäpe atraíam uma quantidade de visitantes pouco habitual para uma galeria de arte.

Embora muitos fossem tomados de surpresa com uma exposição nesse pe- queno povoado da costa alentejana, a mostra “Blinded by the Light”, encerra- da em 30 de agosto, fez parte de um pro- jeto capitaneado pela galeria brasileira Fortes D’Aloia & Gabriel desde 2021.

A estratégia é acompanhar o fluxo de verão europeu, situando-se em um destino de praia no momento em que ela se torna o principal atrativo para um público que pode, entre um des- canso e outro, se animar não apenas com a possibilidade de contemplar arte, como de comprá-la.

Ler matéria completa

05 Set 2025

por: Nina Rahe

Valor

pdf